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Inovação tecnológica.

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A partir de junho deste ano, a frota de veículos brasileira começa a receber um chip eletrônico de identificação. A previsão do Departamento Nacional de Trânsito é que o processo de instalação seja concluído até meados de 2014. Esse sistema de identificação de veículos será composto basicamente por antenas leitoras, que identificarão os chips instalados nos carros, motos e caminhões.

Cada carro recebe um identidade eletrônica única e que não pode ser removida de um veículo para outro. “E cada uma dessas placas eletrônicas é fechada à comunicação com qualquer outro tipo de antena que não seja no Sinia”, explica Dario Thober, diretor do Centro de Pesquisas Wernher Von Braun. 

Instaladas em postes ou placas de sinalização, essas antenas são bastante simples e até sete vezes mais baratas do que o atual sistema de câmeras que lê a combinação de letras e números das placas dos carros. Por meio de ondas de rádio, em uma freqüência para aplicações de curto alcance, essas antenas poderão identificar cada veículo que passar a uma velocidade de até 160 quilômetros por hora. O tempo de “conversação” entre o chip e a antena é de apenas 10 milisegundos – quase dez vezes mais rápido do que um piscar de olhos.

A placa eletrônica trará informações como número da placa, modelo, cor, número do chassi, código Renavam e nome do proprietário. Todos esses dados serão transmitidos, em tempo real, para as centrais de processamento dos Detrans onde serão analisadas. Além de inibir furtos e roubos, os principais objetivos do Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos são identificar veículos com IPVA em atraso e multas vencidas e contribuir no controle e monitoramento de congestionamentos.

Há espaço também no chip para que ele seja explorado pela iniciativa privada. Postos de gasolina, shoppings, pedágios e estacionamentos, por exemplo, podem usá-lo para controlar o acesso e, mediante autorização prévia do usuário, efetuar a cobrança no cartão de crédito.Parece ótimo, mas o receio de que tal chip comprometa a privacidade dos cidadãos em seus automóveis é grande. Muita gente se diz contra o sistema, pelo fato dele controlar o ir e vir das pessoas através de informações em um banco de dados.

“A placa que os veículos têm hoje, representa a identidade explícita daquele veículo. Isso é a mesma coisa, só que fechado em um chip e encriptado. Quer dizer, é mais seguro do que o que já existe”, conclui Dario. 

A instalação desse chip, que inicialmente virá numa caixinha preta e em um futuro próximo passará a ser apenas um adesivo colado no pára-brisas do veículo, será feita junto com o licenciamento do veículo. Ainda não se sabe quem vai arcar com os custos da novidade. Mas depois da implementação total do sistema, quem não possuir a etiqueta eletrônica estará cometendo infração grave, sujeita à multa de R$ 127 reais, cinco pontos na carteira e retenção do veículo. 

O problema é que, em se tratando de Brasil, não há muita dúvida de que a conta vai acabar no bolso da população. E se, por um lado, a tecnologia pode ajudar a melhorar alguns aspectos do nosso dia a dia, esse parece ser mais um exemplo de instrumento para apenas fiscalizar e arrecadar mais, sem que o cidadão receba qualquer contrapartida. Fica a pergunta: por que não usar a tecnologia também para melhorar a condição das estradas e das ruas? E não apenas para vigiar ainda mais os cidadãos? O que você acha? Estamos realizando uma enquete a respeito do tema, clique, participe e mande sua opinião pelo Email.

Quer assitir video na integra clique aqui para ser direcionado :  http://olhardigital.uol.com.br/produtos/central_de_videos/como-funciona-o-novo-chip-de-identificacao-dos-automoveis

Inovação: Carros eléctricos são mais procurados pelas empresas.

                                      

Gestão de custos e incentivos fiscais fazem que muitas empresas comprem carros eléctricos.

Um road show para mostrar ao País as vantagens de conduzir um carro eléctrico – zero emissão de dióxido de carbono para a atmosfera, custos reduzidos na manutenção e condução suave e silenciosa. O Electric Tour é a mais recente iniciativa de uma das principais marcas de automóveis, a Peugeot (com o seu iOn), em parceria com a MOBI.E (entidade coordenadora da rede de mobilidade eléctrica), e que irá percorrer 25 cidades de norte a sul do País, de 26 de Março a 28 de Maio. Cada cidade tem um percurso definido para o test drive e a experimentação do sistema de carregamento da MOBI.E, sempre acompanhado por profissionais que responderão às principais dúvidas, as mesmas que têm chegado aos construtores automóveis que lançaram o carro eléctrico.

Um sinal deste interesse está no estudo recente da Cetelem, que indica que Portugal é dos países da Europa o mais optimista com a chegada dos automóveis híbridos e eléctricos – 82% dos jovens afirmam que utilizariam mais o carro no futuro se tivesse um destes modelos, enquanto os indivíduos com mais de 50 anos essa percentagem atinge os 78%. A nível europeu, sete em cada dez jovens afirmam que utilizariam mais frequentemente o carro se este fosse menos poluente.

O preço galopante dos combustíveis fósseis, associado à perda do poder de compra ou à racionalização de custos, bem como a importância de proteger o ambiente das cidades fizeram muitas empresas (que gozam de vários incentivos) comprar este genero de veículo.

Segundo contactos feitos pelo DN, as empresas lideram nas compras, com a Peugeut a vender, desde Fevereiro, 10 iOn , a Mitsubishi 9 i-MiEV (sete para empresas e dois para particulares), desde Dezembro de 2010, e a Nissan já entregou 12 Leaf (carro oficial do primeiro-ministro José Sócrates para circuitos urbanos). Isto para não falar na Citroën, Smart, Mini ou BMW, cujos números serão semelhantes. Em breve chegará o eléctrico da Renault, o Twizy, cuja grande força é o preço – 6990 euros -, além de poder ser conduzido a partir dos 16 anos. Os restantes eléctricos rondam os 30 mil euros, por causa do alto custo das baterias de iões de lítio.

Prova de que Portugal está na vanguarda desta tecnologia é a criação de um carro 100% português – 350 veículos para testes -, estando a sua comercialização prevista para 2012, num total de 6250 unidades.

Fonte: diário de noticia

 

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